Para os interessados e também para os distraídos que continuam sistematicamente a afirmar que a Manuela Ferreira Leite não apresenta ideias para o país, seguem algumas das medidas que o PSD e a sua líder apresentam para a próxima legislatura.
São apenas uma pequena parte do “Programa Eleitoral” que podem consultar em www.psd.pt
Pela renovação de ideias, por um novo rumo, um novo Portugal (www.novoportugal.eu), pela Geração de Mudança (www.jsd.pt) e pela voz permanente dos jovens no parlamento
POR TI, POR NÓS, “MAS SEMPRE E ACIMA DE TUDO…POR PORTUGAL”
—Obter uma maior capacidade de adaptação das empresas aos desafios da competitividade e da produtividade.
—Aumentar a percentagem da população portuguesa com ensino secundário e universitário.
—Assegurar maior independência e eficácia da Autoridade da Concorrência, com escrutínio externo da sua actuação e consequências desse escrutínio;
—Combater as práticas restritivas da concorrência, em particular nos sectores-chave de infra-estruturas
—Garantir o efectivo pagamento às empresas das dívidas do Estado existentes, e introduzir um mecanismo que garanta no futuro o pagamento atempado pelo Estado.
—Criar uma conta corrente entre o Estado e as empresas.
—Promover directamente as exportações e apoiar a sua diversificação, nos mercados e nos produtos.
—Extinguir o pagamento especial por conta.
—Dar orientação à CGD para reforçar a sua actuação no financiamento das PME exportadoras.
—Incentivar a reconversão dos equipamentos industriais e de transporte para aumento da eficiência energética das PME, com um crédito fiscal de 50% do valor dos investimentos correspondentes, dedutível em cinco exercícios.
—Estender, com cariz assumidamente excepcional e temporário, o período potencial de concessão do subsídio de desemprego.
—Apoiar a contratação de novos trabalhadores com uma redução da TSU em 35% e 70%, respectivamente para as contratações a termo e sem termo.
—Aplicar uma majoração de 50%, para efeitos de cálculo do IRC, às despesas resultantes de novas contratações de pessoal (e não apenas para jovens e desempregados de longa duração), com criação líquida de postos de trabalho.
—Garantir uma taxa de IRC de 10% durante 10 anos para PME em que sejam maioritários jovens empresários, com idade inferior a 35 anos.
—Orientaremos os apoios de fundos públicos prioritariamente para empresas inovadoras, e estimularemos o investimento empresarial em I&D.
—Criaremos um quadro de apoio à instalação de jovens empresários rurais, de forma a incentivar o espírito empresarial dos jovens detentores de explorações.
—Adoptaremos uma política no sentido da sustentabilidade do sector das pescas, com medidas para a recuperação e estabilização da produção pesqueira, com melhor gestão dos recursos e visando o acesso da frota portuguesa a novos pesqueiros.
—No investimento ferroviário, suspenderemos imediatamente os processos de adjudicação em curso para a alta velocidade e procederemos a uma reanálise do projecto nas suas diversas vertentes, considerando as possibilidades do seu redimensionamento para uma escala mais razoável e realista.
—Concederemos primazia à reabilitação e manutenção da rede ferroviária convencional, para transporte de passageiros e de mercadorias, e lançaremos um projecto que preveja a adaptação da circulação na rede ferroviária nacional a linhas com bitola europeia, seguindo os projectos lançados em Espanha a este respeito.
—Valorizaremos a relação entre a família e as instituições educativas, fomentando a participação daquelas na vida da escola.
—Promoveremos a educação dos jovens em valores de cidadania, valorizando o apoio social ou a ajuda aos mais carenciados em regime de voluntariado como forma de realização pessoal.
—Fomentaremos uma cultura favorável à adopção de crianças também com mais idade e/ou problemas de saúde, com vista a reduzir a sua institucionalização.
—Promoveremos o investimento e o financiamento para aumento da cobertura de creches a nível nacional, em particular para famílias mais carenciadas.
—Criaremos uma nova política de habitação social que promova uma efectiva desconcentração da pobreza enquanto factor de inclusão social, nomeadamente em zonas degradadas.
—Alargaremos progressivamente a liberdade de escolha pelo utente dos prestadores de serviços de saúde: o beneficiário passará a poder escolher cada vez mais, dentro ou fora do sistema público, o hospital ou o centro de saúde da sua eleição, reduzindo as listas de espera, aumentando a competição e, consequentemente, a qualidade dos serviços prestados.
—Apostaremos em planos e centros integrados de prevenção, tratamento, dissuasão, reinserção social, formação e envolvimento comunitário do problema da toxicodependência.
—Reveremos o sistema actual d comparticipação do medicamento, no sentido de aumentar as comparticipações para os que têm menos rendimentos ou doenças crónicas de medicação pesada ou permanente.
+em www.psd.pt
Sep 24
6:23 PM
e o que achas da homofubia e do ela estar contra o alentejo o querer distruir o alentejo.
Pois o alentejo perdeu com o governo do santana e do portas.
eu ja vutei psd nestas vou votar branco.
Sou alentejano e o nao me sinto como um espanhol mas sinto espanha como um pais que da qualidade de vida aos alentejanos,
Sep 26
2:46 AM