Nadine Marques  (708 views)
Nadine hasn't updated their status in a while...

Age

21

Location

Germany

Birthday

March 21
 
Advertisement

Info

http://nadine1988.hi5.com - Send it to your friends

Age

21

Birthday

March 21

Location

Germany

Languages

Portuguese
 

Interests

Favorite Music

Canta Bahia,Irmaos Verdades,Selena,Justin Timberlake,Ivete Sangalo, Araketu,Calcinha Preta etc.
 

hi5 Games

Play hi5 Games

Nadine hasn't played any games recently.

 

Applications

Browse Applications

PhotoBuzz
Make your friends smile! Animate their photos with Hugs, kisses, hearts and much more...

SuperFive!
Tired of the same old fives? Add SuperFive to do stuff to your friends: hug, slap, tickle and more!

 

hi5 Gifts

Give a Gift    Get hi5 Coins    View all

Nadine has no unwrapped gifts.
 

Comments | View All Entries

Leave a comment for Nadine

Apr 14 3:14 AM
 
Olá, não continues a mandar comentários para estes meus hi5’s: http://andreia-fidalgo.hi5.com & http://bitata.hi5.com porque não sou eu que o tenho na minha posse, alguém me roubou a Password e estão a fazer passar-se por mim.
PS: Este hi5 com que estou a comentar é meu e do Ricardo, mas só o estou a utilizar para te poder escrever no hi5. Assim que acabar de escrever, vou elimina-lo.
Beijinho e Obrigada.

[Andreia Fidalgo]
 
Apr 11 9:25 PM
 
feliz pascoa para toda familia um beijinho muito grande a minha amiga Rosalina e para os meus tios Albertoe Belmira UM BEIJO ENORME A MINHA AFILHADA PAULINHA
 
 
Mar 21 11:27 AM
 
PARABENS LINDA =)

TD DE BOM

JINHOX CM MTS SAUDADES ;)
 
Mar 21 9:26 AM
 
Parabens parabens ;)
Que venham muitos e muitos mais.........
Beijocas
 
 
Mar 21 1:41 AM
 
Alles gutes zum Gegurtstag... Mensagens Angels - Recados para Orkut


 
Mar 20 7:45 PM
 
feliz aniversario que os teus sonhos se tornem realidade beijinhosMensagens Angels - Recados para Orkut


 
 
 
 
Jan 9 6:02 AM
 
adrt mt...com mts beijos e carinhus...
 
Dec 31, 2008 3:21 PM
 
feliz ano novo para toda familia beijinhos para os teus pais
 
Dec 27, 2008 7:57 PM
 
Mensagens Angels - Recados para Orkut


muitos beijinhos para os teus pais
 
Dec 24, 2008 5:00 AM
MiCki says:
 
heey:)
happy christmas:)
hdl micki:D
 
 
Dec 11, 2008 7:30 AM
 
click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

click to comment

Clique para comentar / click to comment

Me Add
 
Dec 5, 2008 5:21 AM
 
José Régio Cântico Negro "Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí! click to comment Soneto de amor Não me peças palavras, nem baladas, Nem expressões, nem alma...Abre-me o seio, Deixa cair as pálpebras pesadas, E entre os seios me apertes sem receio. Na tua boca sob a minha, ao meio, Nossas línguas se busquem, desvairadas... E que os meus flancos nus vibrem no enleio Das tuas pernas ágeis e delgadas. E em duas bocas uma língua..., - unidos, Nós trocaremos beijos e gemidos, Sentindo o nosso sangue misturar-se. Depois... - abre os teus olhos, minha amada! Enterra-os bem nos meus; não digas nada... Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce! José Régio click to comment Poema do silêncio Sim, foi por mim que gritei. Declamei, Atirei frases em volta. Cego de angústia e de revolta. Foi em meu nome que fiz, A carvão, a sangue, a giz, Sátiras e epigramas nas paredes Que não vi serem necessárias e vós vedes. Foi quando compreendi Que nada me dariam do infinito que pedi, -Que ergui mais alto o meu grito E pedi mais infinito! Eu, o meu eu rico de baixas e grandezas, Eis a razão das épi trági-cómicas empresas Que, sem rumo, Levantei com sarcasmo, sonho, fumo... O que buscava Era, como qualquer, ter o que desejava. Febres de Mais. ânsias de Altura e Abismo, Tinham raízes banalíssimas de egoísmo. Que só por me ser vedado Sair deste meu ser formal e condenado, Erigi contra os céus o meu imenso Engano De tentar o ultra-humano, eu que sou tão humano! Senhor meu Deus em que não creio! Nu a teus pés, abro o meu seio Procurei fugir de mim, Mas sei que sou meu exclusivo fim. Sofro, assim, pelo que sou, Sofro por este chão que aos pés se me pegou, Sofro por não poder fugir. Sofro por ter prazer em me acusar e me exibir! Senhor meu Deus em que não creio, porque és minha criação! (Deus, para mim, sou eu chegado à perfeição...) Senhor dá-me o poder de estar calado, Quieto, maniatado, iluminado. Se os gestos e as palavras que sonhei, Nunca os usei nem usarei, Se nada do que levo a efeito vale, Que eu me não mova! que eu não fale! Ah! também sei que, trabalhando só por mim, Era por um de nós. E assim, Neste meu vão assalto a nem sei que felicidade, Lutava um homem pela humanidade. Mas o meu sonho megalómano é maior Do que a própria imensa dor De compreender como é egoísta A minha máxima conquista... Senhor! que nunca mais meus versos ávidos e impuros Me rasguem! e meus lábios cerrarão como dois muros, E o meu Silêncio, como incenso, atingir-te-á, E sobre mim de novo descerá... Sim, descerá da tua mão compadecida, Meu Deus em que não creio! e porá fim à minha vida. E uma terra sem flor e uma pedra sem nome Saciarão a minha fome. JOSÉ RÉGIO
 
Dec 3, 2008 2:38 AM
 
*Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E colhi por cada palavra A aragem fresca da manhã. E disse-me suor do campo: -Toma o meu pólen de flor liberta E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E tomei, de madrugada, O mata-bicho em fato-macaco. E disse-me o sujo de fábrica: -Toma o arado A faca feita por mim E partilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi por cada palavra Na palavra, a onda calma. E disse-me o mestre da traineira - Toma esta rede E come este cardume de vida Tão cheio dos nossos mortos E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi em toda a palavra Um estilo novo Numa amizade velha E num arranha-céus da construção civil Petiscámos todos: O peixe vivo. A carne fresca A fruta madura O mosto da uva. Servidos pelo pólen da poesia livre Colhendo a cada instante A união do trabalho das forças produtivas. Deixo-vos aqui O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto… HRA click to commentclick to comment
 
Dec 2, 2008 2:14 AM
 
Escrevo diante da janela aberta. Minha caneta é cor das venezianas: Verde!... E que leves, lindas filigranas Desenha o sol na página deserta! Não sei que paisagista doidivanas Mistura os tons... acerta... desacerta... Sempre em busca de nova descoberta, Vai colorindo as horas quotidianas... Jogos da luz dançando na folhagem! Do que eu ia escrever até me esqueço... Pra que pensar? Também sou da paisagem... Vago, solúvel no ar, fico sonhando... E me transmuto... iriso-me... estremeço... Nos leves dedos que me vão pintando! Mario Quintana - A Rua dos Cataventos click to comment Meio da vida Porque as manhãs são rápidas e o seu sol quebrado Porque o meio-dia Em seu despido fulgor rodeia a terra A casa compõe uma por uma as suas sombras A casa prepara a tarde Frutos e canções se multiplicam Nua e aguda A doçura da vida Sophia de Mello Breyner Mar sonoro Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim. A tua beleza aumenta quando estamos sós E tão fundo intimamente a tua voz Segue o mais secreto bailar do meu sonho. Que momentos há em que eu suponho Seres um milagre criado só para mim Sophia de Mello Breyner click to comment Felicidade Pela flor pelo vento pelo fogo Pela estrela da noite tão límpida e serena Pelo nácar do tempo pelo cipreste agudo Pelo amor sem ironia - por tudo Que atentamente esperamos Reconheci tua presença incerta Tua presença fantástica e liberta Sophia de Mello Breyner click to comment O luar enche a terra de miragens O luar enche a terra de miragens E as coisas têm hoje uma alma virgem, O vento acordou entre as folhagens Uma vida secreta e fugitiva, Feita de sombra e luz, terror e calma, Que é o perfeito acorde da minha alma. Sophia de Mello Breyner Promessa És tu a Primavera que eu esperava, A vida multiplicada e brilhante, Em que é pleno e perfeito cada instante. Sophia de Mello Breyner click to comment À sua passagem a noite é vermelha, E a vida que temos parece Exausta, inútil, alheia. Ninguém sabe onde vai nem donde vem, Mas o eco dos seus passos Enche o ar de caminhos e de espaços E acorda as ruas mortas. Então o mistério das coisas estremece E o desconhecido cresce Como uma flor vermelha. Sophia de Melo Breyner click to comment No mais fundo de ti Eu sei que te traí, mãe. Tudo porque já não sou O menino adormecido No fundo dos teus olhos. Tudo porque ignoras Que há leitos onde o frio não se demora E noites rumorosas de águas matinais. Por isso, às vezes, as palavras que te digo São duras, mãe, E o nosso amor é infeliz. Tudo porque perdi as rosas brancas Que apertava junto ao coração No retrato da moldura. Se soubesses como ainda amo as rosas, Talvez não enchesses as horas de pesadelos. Mas tu esqueceste muita coisa; Esqueceste que as minhas pernas cresceram, Que todo o meu corpo cresceu, E até o meu coração Ficou enorme, mãe! Olha - queres ouvir-me? - Às vezes ainda sou o menino Que adormeceu nos teus olhos; Ainda aperto contra o coração Rosas tão brancas Como as que tens na moldura; Ainda oiço a tua voz: Era uma vez uma princesa No meio do laranjal... Mas - tu sabes - a noite é enorme, E todo o meu corpo cresceu. Eu saí da moldura, Dei às aves os meus olhos a beber. Não me esqueci de nada, mãe. Guardo a tua voz dentro de mim. E deixo as rosas. Boa noite. Eu vou com as aves. Eugénio de Andrade click to commentMensagens Angels - Recados para Orkut



Title
body
 

Purchase additional coins

You need an additional: hi5 Coins hi5 Coins

Get Coins No Thanks