Dobro os joelhos Quando você me pega, me amassa, me quebra, Me usa demais
Perco as rédeas Quando você demora, devora, implora sempre por mais
Eu sou navalha cortando na carne Eu sou a boca que a língua invade
Sou o desejo maldito e bendito, profano e covarde Disfaça assim de mim Que eu gosto e desgosto, me dobro, Nem lhe cobro rapaz!
Ordene e não peça Muito me interessa a sua potência, seu calibre e seu gás
Sou o encaixe, o lacre violado E tantas pernas por todos os lados Eu sou o preço cobrado e bem pago Eu sou um pecado capital
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Quero beber o que dele escorre pela pele E nunca mais esfriar minha febre
amiguinha temos q ir tomar a bica para o teu quintal lololol e a seguir vamos a procura da macaca. adoro-te muito estas num cantinho mt especial mts jinhos