Confesso que mal me conheço, essa é uma das lutas a travar com o meu destino. Que tal deixar-vos com essa função?!?!?!
Interests
Terapias holísticas... Yoga... Conhecer o mundo... Escrever em folhas soltas para depois as perder e reencontrar anos mais tarde... Conhecer a minha alma... Atlântida e Lemuria... Cristais... Pedrinhas apanhadas nos passeios à beira-mar... Caminhar... Sorrir... Chorar... Sentir... Amor... Sexo... Alma Gémea... As leis do Karma e do Dharma... Budismo tibetano... A sombra das árvores, o barulho e a espuma das ondas, o vento, o calor de uma fogueira... Arte, mas principalmente a mente e o coração dos artistas... Gatos... Passar tempos infinitos a ver as gaivotas a voar... A forma das nuvens... Perder-me para depois me encontrar... Dançar, dançar, dançar... Um dia, talvez, voar...
Favorite Music
I grieve (Peter Gabriel) Lonely can b sweet (Ursula Rucker)
Favorite Movies
Cidade dos Anjos Fala com Ela O Lado Selvagem O fabuloso destino de Amélie
Favorite Books
A Lei do Amor Perfume - História de um assassíno Triologia de Sevenwaters Cem Anos de Solidão Admirável Mundo Novo Todos os livros de Mia Couto e Eça de Queirós
Bom é que não esqueçais Que o que dá ao amor rara qualidade É a sua timidez envergonhada Entregai-vos ao travo doce das delicias Que filhas são dos seus tormentos Porém, não busqueis poder no amor Que só quem da sua lei se sente escravo Pode considerar-se realmente livre
Encontrei-a, há muito tempo atrás, Encontrei-a... uma estrela Encontrei-a e não quero perdê-la...
Mas que brilho que ela me dá por andar comigo E mais do que isso, é um ombro amigo. Não pude escolher, apareceu ainda eu mal sabia viver E mesmo assim sempre me acompanhou Num passar de tempo que já passou e passou Num sentimento que em nada mudou.
Tem sorte, brilho e magia Irradia e trás-me alegria. Pedra preciosa? Pedra curativa? Uma alma que me acompanha ao longo da vida.
Ajuda-me com todos os medos, Não me deixa escorregar por entre os dedos. Estrelinha, minha estrela Que orgulho, que orgulho em tê-la. Estrelinha, minha estrela Do sonho, da realidade Da magia, da fantasia, Da coragem, da vida Estrela minha estrelinha, Minha estrela da amizade.
Parabéns minha estrela... Isto foi o q me saiu, mas o q vale é q é sincero. Sê feliz, com todas as tuas potêncialidades q são reais... Bjo grande.
mariscaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! tou a morar tao pertinho d ti e inda num combinei um cafezinho ctg...sou uma banhada...como é k o tempo anda tao depressa?? temos k combinar qq coisa um dia destes pa conheceres o meu T1 "ENOOOOORME" (faz de conta....pq não é enorme nem é meu) lolololol e por a conversa em dia...claro!!! sim??? :)
E alguma vez t ofereci algo feio? Bem bem! Bom, vou arranjar-m para "irre bricá dji carrenavau" (o meu sotaq brasileiro é o máximo)! =) Tenho outra surpresa pa ti, mas destas assim pequeninas!!=)
Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e qualidades dos homens num lugar da terra. Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs: - Vamos brincar às escondidas? A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: Escondidas? Como é isso? - É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver a terminar de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA. A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A VERDADE preferiu não esconder-se, para quê? Se no final todos a encontravam? A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se. - Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA. A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A FÉ subiu ao céu e a INVEJA escondeu-se atrás da sombra do TRIUNFO, que com o seu próprio esforço, tinha conseguido subir a uma árvore, a mais alta. A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum dos seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era o cimo de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou por se esconder num raio de sol. O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele. A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões. O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores. - Um milhão - contou a LOUCURA, e começou a busca. A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões. E num descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO. Ao EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo, ele sozinho saiu disparado do seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago descobriu a BELEZA. A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se. E assim foi encontrando todos. O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA numa cova escura; A MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano); E até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava a brincar às escondidas. Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local. A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos. A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou às escondidas na terra: O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.
Que o que dá ao amor rara qualidade
É a sua timidez envergonhada
Entregai-vos ao travo doce das delicias
Que filhas são dos seus tormentos
Porém, não busqueis poder no amor
Que só quem da sua lei se sente escravo
Pode considerar-se realmente livre
Fernando Pessoa.