Nada é, Tampouco poderia ser, Mais exatamente terrível do que alguém A quem a natureza negou A virtude de ser romântico. É como a inutilidade de uma moenda, No isolamento, Transmudando chios em risos, À soberania do vento Moendo grãos de nada. Ah espelhos... A mais desprezível das invenções. Eles mostram as marcas do tempo... Porém cúmplices das máscaras De engodo exigido no script da peça, Antes de cada ato da fantasia. Nada é, Tampouco poderia ser, Mais exatamente terrível, Do que o ensaio dos espectros a cada dia... A cada reescrever.