Oieee!:D:D Deusa sem frio e sem medo, sou eu mesmo! Não sabias? Especialmente no Carnaval...eu tenho é que começar a ganhar juizo que ja nao tenho idade pa estes ataques de "exibicionismo", principalmente porque no dia a seguir não tinha voz!..Enfim, dramas pessoais na vida de uma foliã! ehehhehehehehhehe Claro que o raio da VELHA, ficou indisposta e foi pa casa..rsrsrsrsr Nem sei que te faça mais! Este ano não há desculpas!! Orraiting?! Bacci bella
A verdadeira amizade é aquela que está disposta a reconhecer as falhas e a imperfeição daqueles que realmente podemos chamar de amigos.Amizade verdadeira se contenta por ter alguém ao seu lado que apesar de às vezes não concordar com o que dizemos ou fazemos está ao nosso lado para nos consolar e aconselhar e o mais importante, para nos encorajar a prosseguir admitindo que todos têm falhas e que pequenos defeitos jamais farão com que nos afastemos dos nossos amigos verdadeiros. A nossa amizade é mm isso sempre soubemos dizer as verdadades e já la vaõ 17 anos...q loucura ate tava a fazer as contas pelos dedinhos.um beijo enorme e para ti é simplesmente um "até ja"
Foi então que apareceu a raposa: - Bom dia, disse a raposa. - Bom dia, respondeu o principezinho com delicadeza. Mas ao voltar-se não viu ninguém. - Estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira... - Quem és tu?, disse o principezinho. És bem bonita... - Sou uma raposa, disse a raposa.
- Anda brincar comigo, propôs-lhe o principezinho. Estou tão triste... - Não posso brincar contigo, disse a raposa. Ainda ninguém me cativou. - Ah!, perdão, disse o principezinho. Mas, depois de ter reflectido, acrescentou: - Que significa " cativar "? - Tu não deves ser daqui, disse a raposa. Que procuras? - Procuro os homens, disse o principezinho. Que significa " cativar "?
(…)
- É uma coisa de que toda a gente se esqueceu, disse a raposa. Significa " criar laços..." - Criar laços? - Isso mesmo, disse a raposa. Para mim, não passas, por enquanto, de um rapazinho em tudo igual a cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu não precisas de mim. Para ti, não passo de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Serás para mim único no mundo. Serei única no mundo para ti...
(…)
E depois, olha! Vês lá adiante os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me dizem nada. E é triste. Mas os teus cabelos são cor de oiro. Por isso, quando me tiveres cativado, vai ser maravilhoso. Como o trigo é doirado, fará lembrar-me de ti. E hei-de amar o barulho do vento através do trigo...
A raposa calou-se e olhou por muito tempo para o principezinho. - Cativa-me, por favor, disse ela. - Tenho muito gosto, respondeu o principezinho, mas falta-me tempo. Preciso de descobrir amigos e conhecer muitas coisas. - Só se conhecem as coisas que se cativam, disse a raposa. Os homens já não têm tempo para tomar conhecimento de nada. Compram coisas aos mercadores. Mas como não existem mercadores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, cativa-me. - Como é que hei-de fazer, disse o principezinho. - Tens de ter muita paciência, respondeu a raposa. Primeiro, sentas-te um pouco afastado de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo rabinho do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, de dia para dia, podes sentar-te cada vez mais perto... No dia seguinte, o principezinho voltou. - Era melhor teres vindo à mesma hora, disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas da tarde, às três já eu começo a ser feliz. À medida que o tempo avançar, mais feliz me sentirei. Às quatro horas já começarei a agitar-me e a inquietar-me; descobrirei o preço da felicidade. Mas se vieres a uma hora qualquer, nunca posso saber a que horas hei-de vestir o meu coração...São precisos ritos. - O que é um rito?, disse o principezinho. -É também qualquer coisa de que toda a gente se esqueceu, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias, uma hora diferente das outras horas. Foi assim que o principezinho cativou a raposa. E quando se aproximou a hora da partida: - Ah!, disse a raposa...Vou chorar. - A culpa é tua, disse o principezinho, não queria que te acontecesse mal, mas quiseste que te cativasse... - É certo, disse a raposa. - Mas vais chorar!, disse o principezinho. - É certo, disse a raposa. - Então, não ganhas nada com isso! - Ganho, sim, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
(…)
- Adeus, disse a raposa. Vou dizer-te o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. - O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se recordar. -Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante. - Foi o tempo que perdi com a minha rosa...repetiu o principezinho, a fim de se recordar. - Os homens esqueceram esta verdade. Mas tu não deves esquecê-la. Ficas para sempre responsável por aquele que cativaste.
( Antoine de Saint- Exupéry , in " O Principezinho )
Não digas asneiras pah, eu chego a casa todos os dias exausta... ,mas é de tanto inventar q fazer pq nao é facil arranjar coisas para fazer.... dasss ate enerva.... Mas esta vida nao é para quem quer é para quem pode... beijokas