As palavras macias que me escorrem da cabeca ao braco, que danco ou escrevo, que escrevo ou sonho ainda te'm virgulas e reticentes mostram-se timidas. O valor que lhes dou e' o poder que elas tem, mas nao confio ainda totalmente no meu poder interno que parece ser enorme e vem-me da alma. E' so' por isso que sei da pureza e justica dos sentimentos e sentidos, porque ve'm dai', desse "estranho" floco-de-luz-etereo, que muito poucos sabem que te'm e dao tao pouco valor. E' ai' que esta' toda a sabedoria concentrada, como uma semente, do aqui e agora, de todos os futuros e todos os passados... E ainda assim n?bemos atar os sapatos!!!