Queria conhecer os teus segredos
e penetrar-te assim devassamente.
E ter tua vontade entre os meus dedos
e comandá-la assim seguramente.
Queria dizer - vem- e tu partires
ao meu encontro muito alegremente
e dizer-te - não venhas - e não vires
chorando um bem perdido eternamente.
Queria que me desses tão somente
um pouco da alvorada que há em ti
e a tua coerência incoerente.
Mas se apenas na noite se pressente
esses sinais dum tempo que perdi
que seja noite indefinidamente.